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 [Éditos] Gestão Heráldica de Senhorios (FR-PT)

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AutorMensagem
Ana Catarina de Monforte
Condessa de Ourém
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Mensagens : 517
Data de inscrição : 16/02/2011
Localização : Condado de Ourém

MensagemAssunto: [Éditos] Gestão Heráldica de Senhorios (FR-PT)   Sab Maio 28, 2011 9:39 pm

Citação :

    Gestion Héraldique des Seigneuries


    Des droicts et devoirs du Héraut envers les seigneuries

    • Le Héraut Royal responsable d’une Marche Héraldique doit estre consulté pour tout octroy de Seigneurie.
    • La Hérauderie ayant pour charge et domaine les droicts héraldiques, gestion des fiefs, blasonnements et couronnes, se doit aux conseils, aides et assistances envers les demandes de Seigneuries, du mieux qu'elle le peut dans le respect de l'historicité.
    • La Hérauderie ayant pour charge et domaine les droicts héraldiques, a un droict inaliénable et un veto sur toutes demandes de Seigneuries qui ne sauroient point correspondre à l'historicité ou au domaine octroyant.
    • La Hérauderie donne ou non son aval sur l'octroi des fiefs Seigneuriaux en fonction des critères définis dans la présente Loi.



    De la définition d'une Seigneurie

    • Une Seigneurie est un fief qu'un Noble octroy à celui ou celle qui deviendra son vassal par la grâce d'un serment de vassalité (hommage). Le nouveau Seigneur se verra remestre fief, titre, ornement, armes et blasonnement pour le dict fief.
    • Les raisons d'Octroy d'une Seigneurie sont à l'entière initiative du Seigneur du fief dont elle dépendra. Mais celui-ci sera tenu responsable des agissements de son vassal, ainsi nous ne saurions que trop conseiller de n'octroyer une telle reconnaissance que pour les cas de dotation familliale aux enfants puinés ou de faicts marquants (longue fidélité, aide, soutien, confiance, ou toutes autres valeurs dignes d'estre citées).
    • La seigneurie doit historiquement appartenir au fief octroyant et respecter la cohérence géographique du fief principale.
    • La seigneurie ne peut estre un fief baronnial ou blasonnés proches à l'exception d’un octroy par un Duc ou Comte en exercice d’un fief Provincial.
    • A l'exception des fiefs baronniaux octroyés à titre de seigneurie par un Duc ou Comte en trône qui octroie par la-mesme blasonnement réglementé, le seigneur de fief doit soit arborer blason familial symbolisant son passage à l'état de noblesse agrémenté du titre seigneur ou dame de « ... » soit avec l'accord de la Hérauderie/famille du fief octroyant les armes et blasons du fief octroyant agrémenté d'un besan en division ou d'une brisure selon le rang familial.



    De la Gestion et de l'Octroy d'une seigneurie

    • Le nombre de seigneuries octroyables dépend de la qualité du fief donnant.
    • Le Duc ou Comte en excercice d'une Province peut accorder autant de seigneuries qu'il le souhaite, en tenant compte du nombre possible octroyable et de l'historicité de la Province.
    • Si le Héraut (ou ses prédécesseurs) attaché à la Marche Héraldique concernée a recensé plusieurs Seigneuries historiquement authentifiées pour un fief, ledict fief peut avoir le nombre correspondant de seigneuries qu'il sera possible d'attribuer en vassalité. Sans limite autre donc que le seul respect de l'histoire.
    • Si le fief n'a point de seigneurie recensée, alors le nombre maximum de seigneuries qu'il sera possible d'attribuer dépendra du rang du fief sera défini comme suit :
      • Baronnie : 2 Seigneurie
      • Vicomté : 3 Seigneuries
      • Comté : 4 seigneuries
      • Duché : 4 Seigneuries
      • Marquisat : 5 Seigneuries
      • Principauté : 5 Seigneuries

    • Les Seigneuries se devront d’estre recensées au Nobiliaire de la Marche concernée.



    De la Perte de la Seigneurie

    • Si un Noble (Baron, Vicomte) ayant des vassaux se voit destituer et déposséder de son titre et donc de son fief, le Duc ou Comte de la Province à laquelle est rattachée le fief aura le choix entre :
      • priver les vassaux du noble déméritant de leurs fiefs lors de la reprise du fief,
      • proposer aux dicts vassaux de lui prester allégeance au nom de la Province et ainsi rattacher ces fiefs directement à la Province en l'attente que le fief octroyant soit de nouveau attribué à l'anoblissement.


_________________
Ana Catarina de Monforte


Última edição por Ana Catarina de Monforte em Ter Jan 10, 2012 3:57 pm, editado 3 vez(es)
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Vitor Pio
Visconde de Santo Tirso
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Mensagens : 28
Data de inscrição : 16/02/2011
Localização : Ourém

MensagemAssunto: Re: [Éditos] Gestão Heráldica de Senhorios (FR-PT)   Dom Jun 05, 2011 3:19 am

Citação :
    Gestão Heráldica de Senhorios


    Os direitos e deveres da Heráldica para com os senhorios

    • A Heráldica deve ser consultada sempre que uma concessão de Senhorios acontecer.
    • A Heráldica tem para si a gestão dos direitos heráldicos, feudos, brasões e coroas, submete-se aos conselhos, ajuda e assiste às demandas dos senhorios, tudo com respaldo na historicidade.
    • A Heráldica pode mudar e gerir os direitos heráldicos, um direito inalienável de veto sobre todas as demandas de Senhorios que não estão correspondentes à historicidade ou às leis de concessão.
    • A Heráldica concede ou não seu aval no que diz respeito às concessões de Senhorios sob os critérios definidos na lei presente.



    A definição de um Senhorio

    • Um Senhorio é um feudo que um nobre concede àquele ou àquela que se tornará seu vassalo pela graça de um juramento. O novo fidalgo será agraciado com um torrão de terra, um título, ornamentos e o brasão de armas do feudo referente.
    • As razões para a concessão de um Senhorio são de exclusiva competência do nobre suserano do feudo sob o qual o fidalgo será vassalo. Mas caberá ao nobre a responsabilidades sobre as acções de seus vassalos, de modo que nós não aconselhamos a concessão para crianças, relacionamentos relâmpagos mas sim para pessoas com grande fidelidade, ajuda, submissão, confiança, ou quaisquer outros valores dignos não citados.
    • O Senhorio historicamente conhecido faz parte do feudo principal e respeita esta coerência geográfica.
    • O Senhorio não pode coincidir com um baronato à exceção de concessões feitas por Duques ou Condes de um feudo provincial. ¹
    • À exceção dos baronatos concedidos directamente por Duques ou Condes eleitos¹, o fidalgo do Senhorio deverá ostentar os brasões de armas, e será reconhecido como Dom ou Dama de « ... » de acordo com a conivência da Heráldica, que decidirá também quanto a utilização do brasão que deve ser ou o da família concessante ou um referente ao feudo em questão.



    A Gestão e a Concessão de um senhorio

    • O número de Senhorios concedidos depende da qualidade do nobre suserano.
    • O Duque ou Conde em exercício nalguma Província pode distribuir concessões¹, levando-se em consideração a geografia e historicidade da Província.
    • Se a Heráldica constatar que há mais Senhorios concedidos do que a geografia ou outras limitações impuser, ela poderá revogá-los automaticamente.
    • O número máximo de Senhorios que poderão ser atribuídos dependerá da qualidade do nobre concessante que é definido deste modo:
      • Baronato: 2 Senhorios
      • Viscondado: 3 Senhorios
      • Condado: 4 Senhorios
      • Ducado: 4 Senhorios
      • Marquesado: 5 Senhorios
      • Principado: 5 Senhorios

    • Os Senhorios são reconhecidos como fidalgos locais.



    Perda de Senhorio

    • Se um nobre (Barão, Visconde) for deposto de seu título de nobreza o Duque ou Conde na Província em exercício decidirá entre:
      • retirar o Senhorio do fidalgo em questão,
      • propôr que seja prestado juramento à Província e assim manter aqueles feudo como propriedade ducal/condal que não poderá ser concedido a nenhuma pessoa física.



    ¹: diz respeito à outra regra da Heráldica Francesa, na qual Duques ou Condes eleitos podem conceder directamente baronatos e incoerente com a Heráldica Portuguesa, onde estas concessões deve passar pelo crivo de Sintra.

    1. Senhorio: parcela de terra dentro de um feudo.
    2. Nobre suserano: quem concede o senhorio.
    3. Fidalgo vassalo: quem recebe o senhorio.

    Tradução para o português por Vitor Pio.

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