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 [Família Monforte] Origens

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AutorMensagem
Ana Catarina de Monforte
Condessa de Ourém
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Mensagens : 517
Data de inscrição : 16/02/2011
Localização : Condado de Ourém

MensagemAssunto: [Família Monforte] Origens   Qua Fev 16, 2011 5:56 am

Citação :


História da Família


Biografia de cada parente:


[RP] Simon de Montfort (o velho), Conde de Leicester
    Simon era o filho mais novo de Simon de Montfort, um cruzado e nobre francês, e de Alix de Montmorency. Durante a sua infância Simon acompanhou os pais nas campanhas militares contra os cátaros. No cerco a Toulouse o seu pai seria morto quando uma pedra, arremessada por uma catapulta, o atingiu mortalmente na cabeça. Sucedeu-lhe o filho mais velho, Amaury. Outro irmão mais velho, Guy, acabaria morto num cerco a Castelnaudary.
    Em jovem Simon de Montfort terá participado nas crusadas albinegenses.
    Viria a casar com Eleanor de Inglaterra, filha do rei John e irmã do rei Henry III, e embora tenha tido a aprovação real o enlace realizou-se secretamente.
    Foi conselheiro real e investido Conde de Leicester, para além de ter sido padrinho de baptismo do príncipe Edward, filho mais velho do rei inglês.
    No entanto as relações com o rei Henry de Inglaterra ficariam seriamente abaladas quando Simon, devedor de uma enorme dívida para com Thomas II de Sabóia, tio da sua esposa Eleanor, nomeou Henry como fiador sem o seu conhecimento. Mais tarde o rei viria a confronta-lo e ameaçou-o com a excomunhão e de o mandar para a Torre de Londres. Simon e Eleanor acabariam por fugir para França para escapar à ira do rei Henry III.
    Simon tinha já demonstrado vontade de partir em cruzada e assim fez, viajou até à Síria, mas não terá chegado a entrar em combate. Abandonou o médio oriente e juntou-se à campanha do rei Henry em Poitou, que se revelaria um fracasso, devido a isso e a outros factores Simon acabaria por entrar em disputa com o rei de Inglaterra, mas faria as pazes com Henry mais tarde.
    Os desentendimentos com o rei voltariam à tona quando Simon se pôs ao lado dos barões ingleses contra Henry nas reivindicações por mais privilégios. O rei viria a revogar o seu acento de conselheiro real e Simon acabaria por deixar Inglaterra.
    Retornou mais tarde a convite dos barões para liderar uma rebelião contra Henry e na batalha de Lewes derrotou o príncipe Edward, seu afilhado.
    Tornou-se assim rei de Inglaterra "de facto", entre outras medidas estabeleceu um governo de triunvirato e um parlamento composto por representantes eleitos dos municípios. Mas as suas reformas foram mal recebidas pelos barões, que consideraram que ele tinha ido longe de mais, e decidiram aliar-se ao príncipe Edward.
    Simon acabaria por morrer na batalha de Evesham contra o príncipe de Inglaterra, o seu corpo foi posteriormente esquartejado e dividido pelos seus inimigos.

    [RP] Eleanor de Leicester, princesa de Inglaterra
      Eleanor era a filha mais nova do rei John de Inglaterra e de Isabella de Angoulême. A princesa nunca chegara a conhecer o seu pai, pois este morrera quando ela tinha apenas um ano de idade no castelo de Newark, onde estivera em cativeiro dos franceses e fora forçado a assinar a Magna Carta.
      A jovem princesa foi prometida em casamento a William Marshal, 2º Conde de Pembroke, a cerimónia decorreu em Londres, Eleanor tinha apenas nove anos e o seu marido trinta e quatro. William viria a falecer sete anos depois, desta união não foram gerados filhos.
      Eleanor acabaria por conhecer Simon de Montfort sete anos depois. Segundo consta, o conde de Leicester terá sido atraído pela beleza e elegância da princesa, além claro, da sua riqueza e estatuto social. Os dois apaixonaram-se e casaram-se secretamente na capela do palácio de Westminster com a permissão do irmão de Eleanor, Henry III. Este casamento foi controverso pois Simon não era de elevada estirpe, o casal fez até uma peregrinação a Roma para pedir aprovação papal.
      Tiveram sete filhos: Henry (em homenagem ao irmão de Eleanor, rei de Inglaterra), Simon (o jovem), Amaury, Guy, Joanna, Richard e Eleanor.
      Após a derrota e consequente morte do seu marido na batalha de Evesham a princesa fugiu para França onde se tornou abadessa do mosteiro de Montargis e viria a morrer.

      [RP] Henry de Montfort
        Filho mais velho da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Em jovem participou na campanha liderada pelo seu pai Simon, o velho, contra o rei Henry III.
        Acabaria por morrer com o seu pai na desastrosa batalha de Evesham.


      [RP] Simon de Montfort (o jovem)
        Foi o segundo filho da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        O seu pai e irmão mais velho foram mortos na batalha de Evesham, Simon liderava um exército vindo de Londres para auxiliar o seu pai, no entanto não foi suficientemente rápido. Após a morte dele e do seu irmão, Simon tentou instigar uma revolta em Lincolnshire, mas sem sucesso, vendo-se assim forçado a fugir para França com o seu irmão Guy, onde se juntaram aos restantes familiares exilados.
        Com Guy, vagueou pela Europa e fixou-se em Itália onde o seu irmão serviu o rei da Sicília, Charles de Anjou.
        No entanto, quando tiveram conhecimento de que o seu primo, Henry de Almain, se encontrava em Viterbo os irmãos decidiram ir ao seu encontro para vingar a morte do seu pai e irmão mais velho. Assassinaram-no durante uma missa na igreja de San Silvestro, foram excomungados e posteriormente perseguidos por Edward I de Inglaterra (Henry Almain era primo do rei inglês, filho de Richard, Conde de Cornwall e sobrinho de Henry II de Inglaterra).
        Simon e o Guy decidiram então latinizar o seu apelido para escapar à perseguição de Edward I.
        Enquanto Simon decidiu fugir para o reino de Portugal, Guy manteve-se no reino das Duas Sicília, onde mais tarde viria a ser capturado pelas tropas aragonesas e morrer na prisão.
        Chegado a Portugal, Simon ofereceu os seus serviços ao rei português, apesar de maltrapilho e quase ter sido confundido com um mendigo o prestígio e importância da sua família acompanhava-o. Isso valeu-lhe a protecção do rei, que lhe concedeu terras no sul do reino para povoar e defender dos ataques averroístas.
        Com o título de Alcaide da vila de Monforte (povoação cujo nome foi por ele atribuído em homenagem aos seus antepassados), Simon, já com idade avançada, desposou Matilde de Gavião, filha mais nova dum fidalgo da região, dom Vincente de Gavião, castelão da fortaleza de Belver.
        Matilde viria a falecer poucos anos depois ao dar à luz o único filho do casal, Pedro de Monforte.
        Simon não voltaria a casar, e passaria os últimos anos da sua vida a garantir que o seu único filho tinha uma educação aprimorada.

        [RP] Matilde de Gavião e Monforte (esposa de Simon de Montfort)
          Matilde de Gavião nasceu no seio duma família fidalga da região do Alto Alentejo.
          O seu pai, Vicente de Gavião, era castelão da fortaleza de Belver, responsável pela sua segurança e manutenção.
          Aos vinte e dois anos foi prometida em casamento com Simon de Montfort, alcaide da vila de Monforte, com quem casou no ano seguinte.
          No entanto Matilde viria a falecer ao dar à luz o único filho do casal, a quem foi posto o nome de Pedro.

          [RP] Pedro de Monforte
            Foi o único filho de Simon (ou Simão) de Monforte e Matilde de Gavião. Nunca chegou a conhecer a sua mãe, pois esta faleceu ao dá-lo à luz.
            Apesar da idade já avançada foi o seu próprio pai, o responsável pela sua aprimorada educação.
            Aos onze anos ficou órfão, em virtude da morte de Simon, tendo posteriormente sido acolhido no Castelo de Belver pelo seu avô, Vicente de Gavião, do qual era Castelão. Permaneceu aí por poucos anos, pois aos catorze foi enviado para a Corte Real em Lisboa para aí servir e estreitar relações com a nobreza.
            No entanto devido ao seu envolvimento em quezílias entre nobres as terras em Monforte, doadas ao seu pai para povoamento quando ele servira a realeza, foram-lhe retiradas e grande parte delas retornaram à coroa.
            Pedro viria a desposar a filha dum fidalgo cortesão, Maria de Figueiredo com quem teve quatro filhos e uma filha: Afonso, Carlos, Tocha, Kotapula e Cassandra.
            Devido à perda da maioria das terras (Pedro apenas conseguira manter uma pequena capela nas proximidades de Monforte), ele e família decidiram fixar-se em Alcácer do Sal, a terra dos pais da sua esposa.
            Viria a falecer anos depois, mas a tempo de ver falecer os seus dois filhos mais velhos Afonso e Carlos.

            [RP] Maria de Figueiredo e Monforte (esposa de Pedro de Monforte)
              D. Maria era casada com D. Pedro de Monforte, o primeiro lusitano da família, e era proveniente de Alcácer do Sal, local para onde toda família se mudou depois de Pedro ter perdido o controle sobre a vila Monforte. Teve cinco filhos e era filha de um fidalgo que enriquecera com seus muitos campos de cereais em Alcácer e comprara o título de nobreza.
              D. Pedro, muito virtuoso, apaixona-se por ela em Lisboa, na corte, onde passou a frequentar o rico pai da moça.
              Ela vê seus dois filhos mais velhos morrerem, mas matém-se forte ao lado do marido mui querido. Quando este morre, dormindo a seu lado numa clara noite de outono, ela vive mais alguns poucos meses e acompanha-o na morte, morrendo de pneumonia.

              [RP] Afonso de Monforte
                O nome Monforte já se tornara conhecido em todo reino de Portugal. As notícias de que D. Simon II havia combatido os averroístas e que seu filho, Pedro, havia tornado um pequeno vilarejo numa das mais charmosas vilas de todo o reino ressoavam por toda a parte. Os títulos de nobreza vieram consequentemente com muito esforço e a riqueza foi acumulando-se com o decorrer dos anos.
                O primogênito de D. Pedro nascera e foi-lhe dado o nome de D. Afonso de Monforte. O pai via nele todo o futuro da família, os sonhos, as ambições, os desejos, Pedro via em Afonso as realizações que não pode ter, devido a tantos embates políticos. Quando criança, Afonso aprendeu a lutar esgrima, a combater, a andar a cavalo e a caçar.
                Quando adolescente, já dominava o francês, o italiano e o latim. Quando moço, foi mandado a França, onde haveria de estudar. Afonso era um rapaz muito doce que não conseguia negar as intenções do pai. Via nele um herói que não podia ser contrariado e sempre seguiu suas instruções. A verdade era que Afonso não gostava de política, nem de estudos, nem sequer de combater.
                Era um artista. Nascera como um e haveria de morrer como um. Adorava os pianos, as trovas e os alaúdes. Compunha, criava e escrevia com genialidade sem igual. Morria o homem, nascia o poeta. Tal processo concretizou-se quando se apaixonou pela jovem francesa Amely, com quem se casaria e cujos dotes musicais lhe impressionavam. Teriam três filhos.
                Mas Afonso era o primogênito, cabia a ele a liderança dos Monforte, sua tola sensatez dizia para focar no que era o certo a se fazer. E sua razão trouxe nada senão a morte.
                Numa noite nebulosa, na estrada que liga Montemor a Alcácer, voltando da corte lisbonense acompanhado de seu irmão D. Carlos e de um lacaio, se vê surpreendido por um grupo de quase dez assassinos que ceifam a vida dos três impiedosamente. Tudo levou a crer que tivesse sido um inimigo político dos Monforte os autores de tão malévolo crime. Morre D. Afonso, morre o poeta.

                [RP] Amely de Monforte (Esposa de Afonso de Monforte)
                  A dama Amely d’Orléans nascera na França e fora criada num belo palacete nos arredores de Paris. Era filha do Conde d’Orléans, um respeitado nobre francês que trabalhava no setor bancário. Desde cedo a jovem donzela de pele e olhos claros fora criada para ser uma boa esposa. Aprendera a tocar piano, a bordar, a andar a cavalo e instruíra-se em diversos idiomas como italiano e inglês.
                  Estudava literatura clássica a fim de poder conversar de igual para igual em qualquer corte européia. Ainda jovem, o amor desabrochou em seu coração. Conheceu num baile oferecido pelo rei francês um jovem português que a encantou na primeira troca de olhares. Tratava-se de Afonso de Monforte, aquele a quem se entregaria pelo resto de seus dias. Em pouco tempo enamoraram-se e apaixonaram-se.
                  O Conde, pai de Amely, relutou a princípio, afinal a corte portuguesa era inferior a francesa e um pai cauteloso sempre teme pelo futuro dos filhos. Mas acabou consentindo. Casaram-se e passaram a lua-de-mel na França. Depois que o marido concluiu os estudos, seguiu com ele para Portugal.
                  No caminho rumo às terras lusas, conheceram no navio um jovem órfão que servia de grumete. A grande generosidade do casal, fizeram-nos tomá-lo como filho, este rapaz seria conhecido como D. Hijacker. Chegando em Alcácer tiveram ainda dois filhos, D. Spot e D. Sircraft. Após a morte trágica e precoce do marido, não tardou a morrer de varíola alguns anos depois.

                  Sircraft de Monforte
                    [Em construção]

                  Spot de Monforte, Baronete da Biotecnologia
                    [Em construção]

                  Hijacker de Monforte, Baronete da Boémia e Conde de Paço D'Arcos
                    [Em construção]

              [RP] Carlos de Monforte
                O segundo filho do ilustre Pedro de Monforte era Dom Carlos. Era um rapaz de musculatura precoce, sempre muito forte e encorpado. Enquanto o irmão Afonso era criado como um príncipe, Carlos levava um vida sossegada, a seu bel-prazer. Caçava pelos bosques ao sul de Alcácer, lutava com outros valentes na arena e quase sempre se machucava.
                Vivia nas tascas e fez da vida cotidiana sua escola de valores. Enamorava-se pelas moças nas tascas e elas enamoravam-se por ele... Afinal era um belo e encantador rapaz que tinha tudo a oferecer. Ainda que fosse um homem do mundo, Carlos tinha dentro de casa um exemplo de honradez inquestionável.
                Dom Pedro dedicava maior parte da atenção a Afonso, e Carlos acostumou-se com isso e passou a não se importar, mas ainda assim recebia lições de conduta do pai. Foi tomado de desejo por uma jovem sedutora de Alcácer chamada Isabel, a quem futuramente descobriria que só estaria interessada em seu nome e no dinheiro de sua família.
                Ficou desolado. Desejou não ser quem era nem possuir o que possuía. Entregou-se às estradas que não sabiam quem ele era nem o quanto tinha. Passou a viajar por todo o reino vendendo mercadorias de Alcácer. Era um homem sem alma. Até o determinado dia em Jah deu-lhe um presente.
                Uma moça de Évora chamada Eduarda. Tal moça era cortejada por homens rudes na tasca e Carlos a defendeu, pondo-se em uma briga com dois ou três valentões. Ganhou o coração da moça e ela o seu. Passou a ter, a partir de então, alguém que lhe dava alegrias. Eduarda seria sua razão de viver até o último suspiro.
                Teve com ela oito filhos que amou imensamente. Dom Carlos morreu em combate. Sim, pois diferente do irmão, Afonso, que fora surpreendido naquela mesma noite na estrada de Montemor a Alcácer por assassinos, Carlos não entregou-se a morte. Lutou com ela. Mas nem sempre vence-se.
                Morreu jovem, legando a sua esposa a criação de muitos filhos que honrariam o nome Monforte.

                [RP] Eduarda Martins e Monforte (Esposa de Carlos de Monforte)
                  A eborense Eduarda era uma moça muito bem humorada e alegre, cuja mãe ignorava já que esta abandonara seu pai quando ainda era bem pequena, as más línguas diziam que houvera fugido com um pescador que lhe prometera boa vida. Seu pai, de nome José, era um homem humilde que tinha como hábito não reclamar da vida e cuidar das filhas, Eduarda e Serena, com todos os mimos e cuidados de que dispunha.
                  Trabalhava como sacristão na igreja matriz de Évora, onde cuidava dos jardins, limpava a sacristia e o altar. Seu trabalho influenciou muito a filha, que apesar de extrovertida, era muito devota de Jah. Decorara desde muito pequena todas as orações, inclusive aquelas em francês, ainda que não entendesse o que estava dizendo.
                  Cresceu e se tornou uma jovem muito atraente. Seus olhos castanhos lembravam a brisa suave que permeia o mediterrâneo e seus cabelos pareciam o mais doce mel aos olhos de um bom observador. Mesmo contra sua vontade, tornara-se uma moça muitíssimo sensual e cativante. De personalidade forte, não dava ouvidos ao sereno pai, que aconselhava-a a arranjar-se com alguém e constituir família.
                  Tudo durou até o dia em que conheceu um mercador valente que se metera numa briga com alguns valentões por causa dela. Eduarda tratou de cuidar dos ferimentos daquele mercador tão simpático que aos poucos roubava-lhe olhares e carícias. O destino e o tempo são agentes tortuosos. Fizeram surgir um casal em paixão ardente.
                  Casaram-se e foram morar em Alcácer, morado daquele mercador corajoso que viria a se apresentar como o nobre Dom Carlos de Monforte, posição que em nada lhe ajudou na conquista de Eduarda. Altruísta por natureza, Carlos garantiu que o pai de Eduarda pudesse se aposentar e garantiu sua posição como fidalgo, comprando-lhe o nome Martins.
                  Tão grande era o amor entre ambos que tiveram sete filhos e adotaram mais um. Como dito, o destino e o tempo são agentes tortuosos. Tirado de si foi seu amor, Carlos, a quem a partir de então haveria de causar-lhe lágrimas todos os dias até sua morte, já bem idosa, décadas mais tarde.

                  Tery de Monforte
                    [Em construção]

                  Ana Catarina de Monforte (dita Ana.cat), Baronesa de Vila Nova de Ourém
                    Ana Catarina (dita Ana.cat), 2ª filha de Carlos e Eduarda Monforte nasceu aos 20 dias do mês de Maio de 1426 na mui honrada e acolhedora vila de Alcácer do Sal. Era ainda criança quando o seu pai morreu com o seu tio numa emboscada na estrada que ligava Montemor a Alcácer, aparentemente organizada por inimigos políticos da sua família. Foi educada com as suas irmãs pelo seu tio reverendo Tocha, padre de Alcácer, que se esforçou por incutir nas moças a amizade aristotélica e os melhores valores. Tocha desejava que ela seguisse a via religiosa, mas essa não era a sua vocação, sempre que podia infiltrava-se nas brincadeiras mais agressivas dos seus irmãos rapazes e não se inibia de andar à porrada de igual para igual com outros moços
                    Apesar disso, para não magoar o seu tio, Ana ingressaria no Seminário de Viana do Castelo e seria ordenada diaconisa.
                    A vida de Ana mudou radicamelmente quando o seu primo Eliucas regressou de França, apercebendo-se do espírito aguerrido da jovem e da sua capacidade de liderança o jovem Visconde, recém-empossado Comandante Chefe das Forças Armadas do Reino, convidou-a a assumir o Regimento de Alcácer do Sal. Travou imensos combates pelo bem-estar da sua querida povoação e alguns meses mais tarde, incentivada pelo seu primo Hijacker, decidiu candidatar-se à Casa do Povo, sucedendo assim ao seu irmão Kokkas.
                    As lutas e conquistas não ficariam por aqui, meses depois seria nomeada Directora da Academia Militar e Comandante Regional de Lisboa, pelo ERP. Foi nessa função que deu inicio a uma grande empreitada, reerguer o Exército Real de modo a que este supera-se o esplendor de outros tempos. Organizou os regimentos e nomeou a sua equipa de trabalho, formada pelos Comandantes Locais de cada povoação do Condado. Foi um desses comandantes que fizeram o seu coração palpitar mais forte... chamava-se Filipe, era o jovem e empreendedor Mestre-de-Campo de Crato. Ambos se apaixonaram e consumaram o seu amor que resultou numa linda menina a que chamaram Joanokax. A gravidez de Ana não foi bem vista pela família nem pelo seu padrinho Leomion que desde logo quis saber o paradeiro do pai para exigir responsabilidades. Ana foi forçada a afastar-se do seu amado para se dedicar à família e à filha bebé. Foi um período bastante difícil para ela, refugiou-se em Lisboa onde dirigiu o regimento local e ajudou na construção do novo porto.
                    Semanas mais tarde seria chamada pelo seu primo Eliucas para participar na guerra que despoletara em Crato, cavalgando a toda a brinda chegou a Crato e juntou-se aos defensores da povoação que eram liderados pela prefeita... e pelo seu amado, o reencontro foi inevitável e o casal mais uma vez trocou juras de amor.
                    Venceriam a guerra, mas sofreriam imensas baixas, aquela guerra mostrou ao reino algo evidente: era precisa união e pessoas com vontade de lutar por ela.
                    Em homenagem pelo seu esforço, principalmente em prol do Exército Real, foi-lhe atribuído o baronato de Vila Nova de Ourém, que hoje ainda ostenta com bastante orgulho.
                    Filipe seria eleito o primeiro prefeito de Crato do pós-guerra e Ana teve que fazer a escolha mais difícil da sua vida, voltar a Alcácer para junto da sua família ou ficar ao lado do seu amado, escolheu mudar-se para Crato.
                    Filipe seria eleito por mais um mandato, quando este acabou o casal deslocou-se a Alcácer para pedir a bênção da família, Ana já estava grávida do seu segundo filho e o pequeno Kopernico acabaria por nascer lá. Tanto Ana como Filipe abraçariam a vida politica sempre lado a lado, participaram em 4 conselhos do Condado de Lisboa e ambos passaram pela cadeira mais exigente de todas, foram Condes e enfrentaram os desafios que vinham surgindo.
                    Numa tarde de outono, durante um passeio pela floresta encantadora de Crato Filipe pediu a sua mão em casamento e Ana aceitou sem mais delongas (para grande rejubilo de Leomion).
                    O casal enfrentou guerras, politica e piratas, falta enfrentar o desafio maior... o casamento.

                    Filipesilva de Monte Cristo (Noivo de Ana Catarina, dita Ana.cat)
                      [Em construção]

                      Vítor Pio de Monforte e Monte Cristo
                        [Em construção]

                      Joanokax de Monforte e Monte Cristo
                        [Em construção]

                      Kopernico de Monforte e Monte Cristo
                        [Em construção]

                  Jrel de Monforte, Baronete da Magia
                    [Em construção]

                  Jasminn de Monforte
                    [Em construção]

                  Kokkas de Monforte (dito Kokkas76), Baronete de Honra e Glória e Conde do Restelo
                    [Em construção]

                    Maria Ludie Sophie de Malaquias, Baronete de Paz e Bondade
                      [Em construção]

                      Mac de Monforte (dito Mightymacky), Baronete de Trovas e Cantigas
                        [Em construção]

                      Nefestus Henrique de Malaquias
                        Nasce no vigésimo dia de junho de 1440, sob o signo d'O Aventureiro. Desconhecendo sua família, cedo começa a tatear pelo mundo em sua eterna busca por descobrir mais. Enquanto bebê, é encontrado por um pequeno grupo de mercadores que o acolhe como um dos seus. Vivendo entre os habilidosos negociantes, aprende as artes da coerência, eloquência e domínio sobre carisma. Ainda que provando-se um burguês adormecido, aos sete anos distancia-se da caravana, em meio a um assalto; corre às florestas e nunca mais escuta do paradeiro de seus antigos amigos.
                        Sobrevive algumas semanas nos bosques, mas a comida é pouca e a vida, dura, até ser encontrado por um respeitado senhor da sociedade portuguesa, Don Juan de Castela. Pouco Nefestus descobre sobre o passado de Juan, mas logo aprende que é um homem de prestígio e respeito. O adolescente recebe instrução clássica e aprende os modos de vida da corte. Após ser corretamente letrado nos idiomas mais falados na Europa, começa também a aprender a arte do esgrima.
                        O jovem é educado em filosofia, matemática, botânica, linguagem, arte e alquimia, além de passar por muitas experiências de vida seguindo Juan em sua jornada pelo Reino de Portugal. Aos quinze anos, finalmente, Juan dá ao seu trabalho por feito, e se despede do garoto, desejando-lhe muita sorte no futuro e deixando-lhe como lembrança seu largo e castanho chapéu, pois mesmo nas horas de sol quente Juan estará a estender sua grande sombra à Nefestus, que nunca perderá seu respeito pelo seu mentor.
                        Pouco sabe-se do paradeiro de Nefestus entre os seus quinze e dezoito anos, sendo que ao atingir esta maioridade fixa então residência em Évora e começa sua vida como cidadão de Portugal.
                        A charrete rangia. No sexto dia de maio de 1458 era tarde, quando chega Nefestus à cidade de Évora, no condado de Lisboa, dentro dos domínios de Sua Alteza Real, a Rainha Myrnia da Casa de Avis. firma então suas raízes, até o dia em que resolvesse partir para uma nova aventura; porém desta vez, sem fim.
                        Numa tasca na capital do Reino Português enfim conhece sua mãe, Maria Ludie Sophie de Malaquias e, portanto, sua família e raiz.

                      Filipemagno de Monforte
                        [Em construção]

                        Ladyvictaga Valente (esposa de Filipemagno)
                          [Em construção]

                      Sue de Monforte
                        [Em construção]

                      Candida de Monforte
                        [Em construção]

                  Holanda de Monforte
                    [Em construção]

                  Sirtoze de Monforte
                    [Em construção]

                  Slm de Monforte
                    [Em construção]

                    Mello de Monforte
                      [Em construção]

                    Ae de Monforte (dito Ae10)
                      [Em construção]

                      Bella_Swan
                        [Em construção]

                        Fend.pt de Monforte
                          [Em construção]

                    Octocore de Monforte
                      [Em construção]

              Tocha de Monforte
                [Em construção]

              Kotapula de Monforte
                [Em construção]

              [RP] Cassandra de Monforte-Marques
                [Em construção]

                [RP] David Marques (Marido de Cassandra Monforte-Marques)
                  [Em construção]

                  Eliucas Monforte-Marques
                    [Em construção]


      [RP] Amaury de Montfort, Canône de York
        Filho da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Após a morte do seu pai e do irmão mais velho na batalha de Evesham, Amaury refugiou-se em França com a sua mãe e os irmãos sobreviventes.
        Na universidade de Pádua estudou medicina e teologia. Ele e os seus irmãos mais velhos foram tentar a fortuna em Itália quando se deu o confronto sangrento entre eles (Simon e Guy) e o seu primo Henry de Almain (também primo de Edward I de Inglaterra). Os dois irmãos consideraram Henry um traidor dos ideais do seu pai Simon, o velho, e assassinaram-no durante uma missa em Viterbo nos degraus do altar. Desse facto resultou a excomunhão de ambos. Como Amaury não estava em Viterbo na altura não foi considerado envolvido no assassinato.
        Depois da morte da sua mãe, Eleanor de Inglaterra, no convento francês de Montargis, Amaury na altura capelão papal, acompanhou a sua irmã mais nova numa viagem marítima até Gales. No entanto durante a viagem foram feitos prisioneiros por mercenários às ordens do rei Edward I de Inglaterra.
        Enquanto o cativeiro de Eleanor foi “gentil” e relativamente curto, o de Amaury foi passado na precária prisão do castelo de Corfe por três anos, apesar das insistentes pressões por parte da coroa francesa, do principado de Gales e do Papado para o libertar.Passados sete anos da sua captura Amaury foi libertado e regressou a França, onde se exilou.
        Acabaria por morrer em Itália anos mais tarde como um proeminente clérigo.


      [RP] Guy de Montfort, Conde de Nola
        Filho da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Participou na batalha de Evesham que opôs o seu pai, Simon, o velho, às forças do rei Edward I de Inglaterra. No entanto o seu pai e o irmão mais velho seriam mortos e Guy, seriamente ferido, seria feito prisioneiro.
        Estive dois anos encarcerado no castelo de Windsor mas acabaria por conseguir escapar depois de ter subornado um guarda, partiu para França, onde se juntou à família aí exilada.
        Guy e o seu irmão Simon percorreram durante vários anos a Europa chegando finalmente a Itália, onde Guy entrou ao serviço de Charles de Anjou como Vigário-Geral na Toscânia. Casou com uma nobre italiana, Margherita Aldobrandesca e com ela teve três filhos: Laerte, Niccolo e Adalgisa.
        Distinguiu-se na batalha de Alba e em virtude disso Charles de Anjou atribuiu-lhe o Condado de Nola.
        Quando Guy e Simon descobriram que o seu primo Henry de Almain (filho de Richard, Conde de Cornwall e também primo do rei Edward I de Inglaterra) estava em Viterbo na Igreja de San Silvestro decidiram ir ao seu encontro para vingar a morte do seu pai e irmão na batalha de Evesham. Assassinaram Henry e foram excomunhados.
        Simon fugiu para Portugal e Guy foi despojado dos seus títulos, ambos latinizaram o seu apelido para escapar às perseguições movidas pelo rei Edward I de Inglaterra (que quis vingar a morte do seu primo Henry de Almain), no entanto Guy acabou por ser capturado na costa da Sicília pelas forças aragonesas e faleceu meses depois numa prisão.

        Margherita Aldobrandesca (Esposa de Guy de Montfort)
          [Em construção]

          [RP] Laerte de Monforte
            [Em construção]

            [RP] Eloise de Monforte (Esposa de Laerte)
              [Em construção]

              Friederich di Monforte
                [Em construção]

                  Rimmster
                    [Em construção]

                  Gineira Monforte des Friederich (dita Zedda)
                    [Em construção]

                  Rebecca Monforte (dita Arminia)
                    [Em construção]

              Philipp Paul Monforte (dito Pippelo), Barão de San Giorgio
                Philipp Paul Monforte, Pippelo, como o chamavam em Gaeta, cresceu sem uma família contando apenas com alguns poucos amigos e sua própria força pessoal. Seu passado podia ser descrito com algumas imagens desconexas e um diário que trazia consigo desde tempos imemoriais. Os monges que o encontraram disseram ter visto um bebé agitado e cheio de lama nos bosques que rodeiam Gaeta e Pentecorvo.
                Viveu uma juventude despreocupada nas tascas de Gaetani onde se envolveu com a Questione Sessana, que passou a ajudar de todos os modos possíveis os rebeldes que se defendiam dos invasores, passando a ter a partir de então, uma vida muita sacrificada. A partir deste momento ele estava espiritualmente ligado com a cidade de Sessa ao ponto de decidir se mudar para lá para viver ao lado das pessoas que conhecera durantes os tumultos militares. Foi em Sessa que desenvolveu a idéia de viver em prol do bem-estar dos outros e decidiu que entraria para o Exército.
                Depois de vários anos pacíficos, uma nova ameaça surgiria na província de Terra di Lavoro e Pippelo, estimulado pelo patriotismo de costume, empunhou sua espada e seu escudo e seguiu com um regimento rumo à Sora. Nesta cidade ele conheceu uma senhorita que lhe fez companhia durante os breves momentos de descanso entre as batalhas e os deveres que o prendiam em Sora. Seu nome era Ruana. Durante um dos confrontos, um grupo de inimigos quebrou a barreira formada pelo Exército que espreitava Gaeta, onde, em pouco tempo, formou-se um novo exército. Obrigado a seguir os rastros do inimigo, Pippelo entregou à bela Srta. Ruana uma bandana de cor negra com a promessa de que voltaria para buscá-la. Os dois haveriam de se corresponder em cartas diárias onde se informariam reciprocamente das atividades, das dificuldades, das esperanças e dos medos. Ao final da guerra, Pippelo estaria livre e tratou de cumprir a promessa feita à nobre Ruana, e mudou-se para Sora para viver a seu lado. Ainda quando estava em Pontecorvo acompanhado de seus soldados, costumava passar as noites nas tascas a fim de conhecer os locais por onde passava e de divertir-se com seus companheiros de armas. Certa noite na taverna notou que determinado grupo de pessoas o fitavam de maneira interrogativa, então decidiu aproximar-se e tirar satisfações. A partir daquele momento sua vida mudou, já que Pippelo encontrara, finalmente, a família pela qual sempre procurou. Os Monforte.

                Chyara Navarro de la Vega (dita Khyra), Baronesa de Roccadarce
                  [Em construção]

                  Michele Federico Alejandro Monforte (dito Arkangelo)
                    [Em construção]

                    Luciano Paul Monforte (dito Pascal)
                      [Em construção]

          [RP] Niccolo de Monforte
            [Em construção]

            [RP] Altabella de Monforte (Esposa de Niccolo)
              [Em construção]

              Miralba Monforte
                [Em construção]

                  Brigante Monforte
                    [Em construção]

          [RP] Adalgisa de Monforte
            [Em construção]

            [RP] Augusteo (Marido de Adalgisa Monforte)
              [Em construção]

              Romilde Monforte (dita Eureka66)
                [Em construção]

                Krowtra di Pontecorvo (Marido de Romilde Monforte, dita Eureka66)
                  [Em construção]

                  Odyl Monforte
                    [Em construção]

                  Sir Betto Monforte
                    [Em construção]

              Arnaldo Monforte (Nobilus)

                [Em construção]

                  Hella Seel Kloen Monforte (dita Kloen), Condessa de Nola
                    [Em construção]

                      Magghy Monforte
                        [Em construção]

                      Leon Reimond Monforte (dito Keynes)
                        [Em construção]

                  Aghata Cacha Monforte (dita Aghi88)
                    [Em construção]

      [RP] Joanna de Montfort
        Nasceu em Bordeaux, filha da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Faleceu com apenas três anos de idade na mesma cidade.


      [RP] Richard de Montfort
        Filho da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Faleceu com catorze anos de idade.


      [RP] Eleanor de Montfort, princesa de Gales
        Filha da princesa Eleanor de Inglaterra e Simon de Montfort (o velho), conde de Leicester.
        Quando tinha catorze anos o seu pai e o seu irmão mais velho foram mortos na batalha de Evesham, no entanto ela já estaria prometida em casamento com Llywelyn ap Gruffudd, príncipe de Gales.
        Após a derrota de Simon de Montfort frente ao principe Edward de Inglaterra, Eleanor e a sua mãe terão fugido para França e refugiaram-se no mosteiro de Montargis. Depois da morte da sua mãe, alguns anos depois, Eleanor casou-se por procuração com Llywelyn ap Gruffudd.
        Na viagem marítima até Gales, Eleanor fez-se acompanhar por uma comitiva e pelo seu irmão Amaury, no entanto, quando navegavam junto à costa sul de Inglaterra foram capturados por marinheiros do porto de Bristol. A captura fora planeada por Thomas o aquidiácono, a mando do rei Edward I. Eleanor esteve três anos prisioneira no castelo de Windsor e só foi libertada após a assinatura do tratado de Aberconw.
        Viria a casar-se formalmente com Llywelyn na igreja-catedral de Worcester e tornou-se assim princesa de Gales.
        A princesa viria a falecer três anos mais tarde ao dar à luz o primeiro filho. O seu marido seria assassinado alguns meses mais tarde e a criança Gwenllian de Gales seria capturada no ano seguinte pelo exército de Edward I de Inglaterra.

        [RP] Llywelyn ap Gruffudd, Príncipe de Gales (Marido de Eleanor de Montfort)
          [Em construção]

          [RP] Gwenllian de Gales
            [Em construção]


--------------
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2ª Geração
3ª Geração
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6ª Geração
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